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Porto
Alegre, ano 2012, v. 3,
n. 1, janeiro
a março |
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| JURISPRUDÊNCIA |
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| Ação civil pública e tutela de direito individual (2) |
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AÇÃO CIVIL PÚBLICA. APADECO. EFICÁCIA TERRITORIAL DA SENTENÇA. EXECUÇÕES INDIVIDUAIS DO TÍTULO. JUÍZO COMPETENTE. AgRg no REsp 755429 - STJ
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Possui o Ministério Público Estadual legitimidade para ajuizar Ação Civil Pública para a proteção de direitos direitos individuais, como o direito à saúde do paciente idoso (art. 74, I, da Lei 10.741/2003). TJMG, 07 de abril de 2009 |
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| Ação coletiva passiva (0) |
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| Ação de improbidade administrativa (1) |
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Em ação de improbidade administrativa por fatos ocorridos na Administração Municipal, o Município é apenas facultativamente litisconsorte passivo. (STJ 22/10/2010)
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| Ação Popular (0) |
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| Antecipação de tutela (5) |
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Irresignação do Município de Viamão contra a decisão concessiva de antecipação de tutela que determinou a colocação de placas informativas acerca da natureza de área de preservação permanente, além da notificacão dos seus moradores e a realização de vistorias mensais. Ausência de ilegalidade na decisão judicial, pois, não tendo sido cumprido o dever de proteção ambienta ambiental pelo Executivo Municipal, viabilizou-se a propositura da ação civil pública, com a fixação de medidas coercitivas pelo Poder Judiciário. Manutenção também da multa por ter sido o inquérito civil instaurado em 2006 sem que nenhuma providência tenha sido tomada pela municipalidade.
(TJRGS, 11 de março de 2010)
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Liminar de antecipação de tutela, ao efeito de compelir a agravante a registrar nas faturas telefônicas as chamadas realizadas pelos usuários à Central de Atendimento ao Consumidor - SAC e, na hipótese de solicitação de "providências" pela operadora, seja informado nas contas do telefone o número dos protocolos das reclamações, com envio de mensagem de texto (torpedo) ao consumidor contendo o respectivo número, no prazo máximo de 60 sessenta dias para implementação de tais providências, sob pena de multa diária de R$ 5.000,00. TJRGS, 04 de julho de 2007.
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Pretensão liminar voltada a impor obrigação de não fazer a instituição financeira colocada no pólo passivo; obrigação essa consistente em não incinerar extratos bancários de correntistas que ao tempo de edição do chamado Plano Bresser tivessem aplicações financeiras em caderneta de poupança. Interesse reafirmado em sede recursal pela entidade Agravante que pretende impedir possível incineração, pela instituição financeira Agravada, de microfilmagens de extratos de contas de poupança dos meses de junho e julho de 1987. Não se vislumbrando sequer indícios de que a instituição financeira esteja voltada a realizar qualquer conduta potencialmente lesiva aos mencionados interesses ou direitos individuais homogêneos, ou que já o tenha violado, o que configuraria ato contrário ao direito, imperativo confirmar a decisão monocrática recorrida. Tutela liminar recursal indeferida. (TJDF, 05/08/2009) |
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Porquanto imprescindível para o procedimento de liquidação e cumprimento de eventual sentença de mérito favorável, defere-se a antecipação da tutela requerida para obstar à instituição bancária qualquer forma de destruição das microfilmagens dos extratos de contas de poupança sob sua responsabilidade nos meses em que se pleiteia a restituição dos expurgos inflacionários decorrentes dos planos econômicos implementados nas décadas de 80 e 90. (TJDF, 10/06/2009) |
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Verba alimentar antecipadamente deferida a pescadores prejudicados por mortandade de peixes provocada por resíduos industriais. (TJRGS, 20/02/2008, em ação coletiva proposta pela Colônica de Pescadores Z-5). |
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| Aspectos penais (0) |
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| Assistência (0) |
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| Citações e intimações (3) |
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A publicidade, pelos meios de comunicação social, é exigida apenas nas ações relativas a direitos individuais homogêneos. Nas demais (ações relativas a direitos difusos e coletivos stricto sensu), basta a publicação no órgão oficial. Interpretação do artigo 94 do Código do Consumidor. (TJRGS, 10/06/2009) |
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O descumprimento da exigência prevista no art. 94 do CPC, qual seja, a ausência de publicação de edital em órgão oficial que comunique aos supostos interessados a possibilidade de intervirem em ação civil pública como litisconsortes, não constitui nulidade hábil para ensejar a extinção de ação civil pública. STJ, recurso Especial 205.481, Ministro João Otávio de Noronha, relator, j. 19/04/2005 |
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APELAÇÃO CÍVEL. CONSÓRCIO. AÇÃO COLETIVA. DEVOLUÇÃO DAS PARCELAS PAGAS POR CONSORCIADOS DESISTENTES OU EXCLUÍDOS. EXISTÊNCIA DE NULIDADE INSANÁVEL. AUSÊNCIA DE PUBLICAÇÃO DO EDITAL A QUE SE REFERE O ARTIGO 94 DO CDC. TJRGS, 14ª Câmara Cível, Apelação 195025473, Dorval Bráulio Marques, relator, j. 21/12/2006 |
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| Coisa julgada (4) |
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Sentença proferida em ação civil pública faz coisa julgada erga omnes nos limites da competência territorial do órgão julgador que a prolatou (art. 16 da Lei nº 7.347⁄1985, na redação dada pela Lei nº 9.494⁄1997). STJ, 08 de junho de 2010
Sentença proferida em ação civil pública faz coisa julgada erga omnes nos limites da competência territorial do órgão julgador que a prolatou (art. 16 da Lei nº 7.347⁄1985, na redação dada pela Lei nº 9.494⁄1997). STJ, 08 de junho de 2010
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Limitação territorial dos efeitos da sentença e da coisa julgada. Inaplicabilidade quanto a direitos difusos e coletivos.
TJDF, 27/05/2009
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A orientação fixada pela jurisprudência sobranceira desta Corte é no sentido de que a decisão proferida no julgamento de Ação Civil Pública faz coisa julgada nos limites da competência territorial do órgão que a prolatou. Dessa forma, se o órgão prolator da decisão é o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, cumpre concluir que o acórdão tem eficácia em toda a extensão territorial daquela unidade da federação. Por outro lado, a eficácia subjetiva do aresto, estendeu-se à todos os poupadores do Estado que mantinham contas de poupança junto ao réu. STJ, 3ª Turma, Processo AgRg no REsp 755429 / PR AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL 2005/0089854-4 Relator Ministro SIDNEI BENETI (1137) j. 17/12/2009 |
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Processo civil e direito do consumidor. Ação civil pública. Correção monetária dos expurgos inflacionários nas cardenetas de poupança. Ação proposta por entidade com abrangência nacional, discutindo direitos individuais homogêneos. Eficácia da sentença. Ausência de limitação. Distinção entre os conceitos de eficácia da sentença e de coisa julgada. Recurso especial provido. STJ, 3ª Turma, Recurso Especial 411.529, Ministra Nancy Andrighi, relatora, j. 24/06/2008 |
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| Competência (13) |
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A execução individual de ação coletiva relativa a direitos individuais homogêneos pode ser proposta no foro do domicílio do autor.
(STJ, 17/12/2009)
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Não há se falar em competência territorial concorrente entre o juízo da Capital Federal e da Capital Estadual para conhecimento da presente ação civil coletiva, uma vez que, sendo o direito tutelado coletivo em sentido restrito e, além disso, com abrangência nacional, somente será possível a tutela jurisdicional coletiva atingir a missão que lhe foi conferida pelo legislador, se julgada no foro do Distrito Federal, tendo abrangência nacional.
TJMG, 29 de maio de 2008
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Em ação civil pública para recomposição de dano ambiental o juízo que primeiro conheceu da ação fica prevento para todas as demais causas que envolvam o mesmo objeto ou causa de pedir, sobretudo quando reunidos em um mesmo processo todos os apontados infratores. Não há como subsistir o provimento judicial que 'desmembra' o processo e, simultaneamente, impõe o regular prosseguimento da ação quanto a alguns réus e, com relação a outros, declara ser incompetente o Juízo para processá-la, determinando sua seqüência em outra comarca, por meio de ofício e cópias do feito original.
TJMG, 30 de julho de 2009
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Foro do local do cumprimento da obrigação (Lei nº 8.078/90, art. 93, II, c/c CPC, art. 100, IV, "d"). Devendo a alegada obrigação do INSS ser cumprida no Estado do Paraná, local de domicílio dos substituídos pelo Sindicato autor, é competente o foro do Juízo Federal de Curitiba/PR.
TRF4 16 de dezembro de 2009
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Tendo Sindicato ingressado com ação civil coletiva buscando o reajustamento dos benefícios previdenciários de seus sindicalizados domiciliados no Estado do Paraná, conforme relação dos substituídos acostada às fls., correto o ajuizamento da ação na Capital daquele Estado.
TRF4, 10 de dezembro de 2009
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Não cabe no âmbito de competência do Juizado Especial Federal ação de protesto (para interrupção da prescrição) relativa a direitos individuais homogêneos de consumidores, dada sua natureza coletiva. Aplicação do artigo 3º, § 1º, I, da Lei nº 10.259/01
TRF4 09 de fevereiro de 2010
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Conflito de competência. A despeito de haver conexão, por ser comum a causa de pedir, ou continência, já que o objeto da ação coletiva –é mais amplo que o da ação, não verifico hipótese para os autos da ação individual serem remetidos ao juízo em que tramita a ação coletiva.
TJRGS, 24 de março de 2009
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Competência da Justiça estaudal. Pedido deduzido em sede de ação coletiva proposta por Sindicato de categoria profissional, sendo competente a Justiça Estadual para apreciá-lo, pois relativo à declaração de ineficácia de Acordo de Patrocinadoras de plano previdenciário complementar, o qual culminou na cisão parcial do anterior plano. Pretensão que ataca apenas o negócio jurídico firmado entre as patrocinadoras do plano, sem questionar a sua posterior homologação pelo Órgão competente do Ministério da Previdência, questão essa objeto de outra ação coletiva ajuizada na Justiça Federal, na qual a União já integra a lide.
TJRGS, 20 de agosto de 2009
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A regra do artigo 93 do CDC, estebelecendo a competência do foro da Capital do Estado ou do Distrito Federal, quando o dano for de âmbito regional ou nacional não se aplica à Justiça Federal, podendo a ação ser proposta em qualquer município, desde que nele haja vara federal.
TRF4, 28 de julho de 2009
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Uma vez que a impugnada tarifa por emissão de boleto bancário vem sendo cobrada em todas as cidades em que a instituição financeira possui agências, a competência, no âmbito da Justiça estadual, é a do foro da capital do Estado.
TJRGS, 18 de novembro de 2009
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Determina-se a competência por prevenção, nas ações civis públicas e coletivas, quando o dano ocorre em mais de uma comarca, mas sem assumir caráter estadual ou nacional.
TJRGS, 20/02/2008
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AÇÃO CIVIL PÚBLICA. APADECO. EFICÁCIA TERRITORIAL DA SENTENÇA. EXECUÇÕES INDIVIDUAIS DO TÍTULO. JUÍZO COMPETENTE. AgRg no REsp 755429 - STJ
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Havendo conexão, cabe a reunião de ações coletivas pendentes em juízos diversos,ainda que absoluta a competência territorial. (Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, 27/05/2009) |
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| Competência internacional (0) |
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| Dano ambiental (2) |
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Poluição sonora. Vedação, em antecipação de tutela, de qualquer tipo de sonorização produzida por aparelhos ou por execução ´ao vivo´ que possa causar prejuízos aos moradores do entorno, nos moldes da legislação reguladora da matéria. TJMG, 12/11/2009 |
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Configura manifesto dano ambiental a morte de inúmeros pássaros em virtude de aplicação de agrotóxico em lavoura de arroz. (TJMG, 19/06/2008) |
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| Dano moral coletivo (2) |
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PROPAGANDA ENGANOSA -VIAGENS PARA QUALQUER LUGAR DO PAÍS - DANO MORAL COLETIVO. Propaganda enganosa, consistente na falsa promessa a consumidores, de que teriam direito de se hospedar em rede de hotéis durante vários dias por ano, sem nada pagar, mediante a única aquisição de título da empresa, Condenação, em caráter pedagógico, a indenização pelo dano moral coletivo, valor a ser recolhido ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos, nos termos do art. 13 da Lei nº 7.347/85. TJMG, 23/06/2006 |
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Dano moral coletivo. Desmatamento.
O dano extrapatrimonial não surge apenas em conseqüência da dor, em seu sentido moral de mágoa, mas também do desrespeito a valores que afetam negativamente a coletividade. A dor, em sua acepção coletiva, é ligada a um valor equiparado ao sentimento moral individual e a um bem ambiental indivisível, de interesse comum, solidário, e relativo a um direito fundamental da coletividade.
TJMG, 16/09/2008
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| Defesa do réu (0) |
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| Desmembramento de processo (1) |
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Em ação civil pública para recomposição de dano ambiental o juízo que primeiro conheceu da ação fica prevento para todas as demais causas que envolvam o mesmo objeto ou causa de pedir, sobretudo quando reunidos em um mesmo processo todos os apontados infratores. Não há como subsistir o provimento judicial que 'desmembra' o processo e, simultaneamente, impõe o regular prosseguimento da ação quanto a alguns réus e, com relação a outros, declara ser incompetente o Juízo para processá-la, determinando sua seqüência em outra comarca, por meio de ofício e cópias do feito original.
TJMG, 30 de julho de 2009
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| Despesas e danos processuais (0) |
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| Execução e cumprimento (5) |
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Legitmidade do Sindicato para a execução coletiva, como substituto processual, independentemente de autorização expressa dos substituídos.
É de cinco anos o prazo de prescrição da execuçào, contado do trânsito em julgado da respetiva decisão.
Interrompido o prazo prescricional, recomeça pela metade.
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Execução de ação coletiva promovida por Sindicato como substituto processual. Honorários advocatícios.
Não havendo prévio consenso entre Sindicato e trabalhador, é indevida a retenção, promovida de mão própria, de parcela do crédito executado pela entidade como substituta processual do obreiro. Se o Sindicato entende ter qualquer valor a receber, compete-lhe exercer tal pretensão mediante a propositura de ação adequada. ( STJ, 24/11/2009)
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A execução individual de ação coletiva relativa a direitos individuais homogêneos pode ser proposta no foro do domicílio do autor.
(STJ, 17/12/2009)
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Execução coletiva em ação relativa a direitos individuais homogêneos. Se uma associação atua no processo de cognição por substituição, nada impede que passe a atuar, na liquidação e execução, como representante. Destarte, após a sentença, se constatado que o valor atribuído a cada vítima é ínfimo a não justificar o ônus econômico que envolve a liquidação e execução, há que se admitir a execução coletiva baseada na representação processual como única forma idônea de pulverizar tal custo, de forma consentânea com as diretrizes que orientam o processo coletivo.
(TRF2, 22 de junho de 2009).
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Dano Ambiental. Ação Civil Pública e Inquérito Civil. Natureza Individual Homogênea do direito pleiteado. Sentença Genérica e Execução Individual com cognição exauriente. Agravo de Instrumento n° 70019284116 - TJRS |
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| Fundo de Direitos difusos (0) |
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| Honorários advocatícios (1) |
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Execução de ação coletiva promovida por Sindicato como substituto processual. Honorários advocatícios.
Não havendo prévio consenso entre Sindicato e trabalhador, é indevida a retenção, promovida de mão própria, de parcela do crédito executado pela entidade como substituta processual do obreiro. Se o Sindicato entende ter qualquer valor a receber, compete-lhe exercer tal pretensão mediante a propositura de ação adequada. ( STJ, 24/11/2009)
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| Inquérito civil (1) |
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O inquérito civil constitui-se em procedimento administrativo preparatório, de natureza inquisitorial, não se submetendo aos princípios de contraditório e ampla defesa.
(TJRGS, 11 de março de 2010)
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| Instrução. Provas (0) |
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| Intervenção de terceiros (1) |
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Tratando-se de ação coletiva de consumo movida por associação em face da Brasil Telecom, indefere-se pedido de chamamento da ANATEL ao processo, o que acarretaria o deslocamento da competência para a Justiça Federal, ausente interesse da Agência Reguladora para figurar no feito, em que se discute a cobrança de PIS/PASEP e COFINS pela concessionária, única titular da relação de direito material com os consumidores.
TJRGS, 28 de fevereiro de 2008
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| Justiça do Trabalho (23) |
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O Ministério Público do Trabalho tem legitimidade para propor ação coletiva relativa ao meio ambiente do trabalho.
Na hipótese de ação civil pública destinada a prevenir acidentes de trabalho promovida no ano de 1997, quando pacifico era o entendimento de que competia à Justiça estadual o conhecimento e processamento do feito, a legitimidade ativa é do Ministério Público estadual.
(STJ, 17/03/2009)
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O Ministério Público do Trabalho tem legitimidade para propor ação coletiva relativa ao meio ambiente do trabalho.
Na hipótese de ação civil pública destinada a prevenir acidentes de trabalho promovida no ano de 1997, quando pacifico era o entendimento de que competia à Justiça estadual o conhecimento e processamento do feito, a legitimidade ativa é do Ministério Público estadual.
(STJ, 17/03/2009)
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O Ministério Público do Trabalho tem legitimidade para propor ação coletiva relativa ao meio ambiente do trabalho.
Na hipótese de ação civil pública destinada a prevenir acidentes de trabalho promovida no ano de 1997, quando pacifico era o entendimento de que competia à Justiça estadual o conhecimento e processamento do feito, a legitimidade ativa é do Ministério Público estadual.
(STJ, 17/03/2009)
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Pretensão do Ministério Público à obtenção de determinação judicial para que a empresa vede a realização de horas extraordinárias além do limite legal de duas horas diárias e respeite os intervalos intrajornada de uma e entrejornada de onze horas, Direitos individuais heterogêneos. Ação inadmissível.
TST, 15 de setembro de 2008
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Empregados não associados ao sindicato beneficiam-se de decisão judicial transitada em julgado, proferida em ação ajuizada pela entidade sindical na qualidade de substituta processual da categoria.
TST, 7 de maio de 2008
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Sindicato. Legitimidade para exigir, por ação coletiva, recolhimentos para o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.
TST, 19 de maio de 2010
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Ilegitimidade ativa do Ministério Público do Trabalho para a proposição de ação civil pública, visando ao recolhimento de contribuições previdenciárias
(TST, 14 de abril de 2010)
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Ação civil pública para garantir aos dos empregados da ré ao livre acesso à Justiça do Trabalho, por meio da abstenção de praticar atos que impeçam, obstem ou dificultem o exercício, por seus empregados, do direito de acesso à Justiça do Trabalho, inclusive parando de aconselhar a desistência de ações em curso ou renúncia de direitos relativos a estas. Competência: se a extensão do dano a ser reparado limitar-se ao âmbito regional, a competência é de uma das Varas do Trabalho da Capital do Estado; se for de âmbito supra-regional ou nacional, o foro é o do Distrito Federal.- Incidência da Súmula nº 333 do TST e do artigo 896, § 4º, da CLT.
TST, 10 de março de 2010
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Ação civil pública para impostas ao réu as obrigações de: a) conceder o beneficio do vale-transportes a todos os trabalhadores que residam em Maceió e laborem no interior do Estado de Alagoas ou vice-versa, ou mesmo que se enquadre em situação semelhante; b) restituir aos trabalhadores os valeres relativos às despesas de transportes efetuados por cada um, desde que comprovados. Acolhimento.
TST 10 de março de 2010
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Terceiros interessados podem intervir em ação civil pública na condição de assistentes simples.
TST, 07 de abril de 2010
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O objetivo da ação civil pública é solucionar o problema da lesão em relação ao futuro, impedindo que se perpetue no tempo uma situação contrária ao ordenamento jurídico. Já à ação civil coletiva visa, justamente, a reparação da lesão em relação ao passado. Daí que somente possam empolgar a ação civil pública os interesses difusos e coletivos, por expressa limitação constitucional (CF, art. 129, III). Ao Ministério Público é cometida a defesa dos interesses individuais homogêneos, mas através de distinto instrumento processual (CF, art. 129, IX), ofertado pela lei (CDC, art. 91).
TST, 09 de junho de 2004
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A ação coletiva não induz litispendência em relação à ação individual. Inteligência do art. 104 da Lei nº 8.078/90.
TST, 14 de abril de 2010
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Ação civil pública. Reserva de vagas a reabilitados ou pessoas com deficiência física. Condenação a obrigação de fazer. Irrelevância da questão geográfica já que, no Direito do Trabalho, empresa é pessoa jurídica que pode ter estabelecimentos em locais distintos.
TRT2, 10 de Fevereiro de 2009
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Não cabe ação civil pública para a tutela de direitos individuais heterogêneos.
TRT2, 27 de Outubro de 2009
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Ação coletiva relativa a direitos individuais homogêneos e ação individual. Litispendência inexistente.
TRT2, 20 de Outubro de 2009
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Dissídio coletivo. Art. 114, § 2º, da Constituição. A ausência do 'comum acordo' não retira das partes o direito de, individualmente, ajuizar ação a fim de dirimir o dissídio coletivo, desde que provada a tentativa de negociação prévia, condição que assegura aos dissidentes o direito fundamental de postular do Estado a devida prestação jurisdicional.
TRT4, 19 de outubro de 2009
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Ação rescisória. Pedido deferido em ação coletiva relativa a direitos individuais homogêneos. Renovação do pedido em ação individual. Ofensa à coisa julgada. Dupla exigibilidade inadmissível.
TRT4, 13 de julho de 2007
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Embora figure o Reclamante no rol dos substituídos na ação coletiva, não há litispendência em relação à individual.
TRT4, 22 de julho de 2009
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Contrato entre Sindicato e Escritório de Advocacia, fixando o valor dos honorários advocatícios em 10% para os sindicalizados e 20% para os não sindicalizados. Ação civil pública cabível. Competência da Justiça do Trabalho. Tratamento discriminatório vedado. Existência de dano moral coletivo.
TRT4, 20 de abril de 2010
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Direitos qualificados como heterogêneos não autorizam a a propositura de ação coletiva por substitutivo processual. Extinção do processo sem exame do mérito.
TRT4, 22 de outubro de 2009
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O ajuizamento de ação coletiva interrompe o prazo prescricional das ações individuais.
TRT4, 25 de fevereiro de 2010
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Pedido, acolhido, de proibição de trabalho em feriados.
(TRT4, 28/04/2010)
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Tendo a ação sido proposta no foro da Capital do Estado do Rio Grande do Sul, e não no foro do Distrito Federal, a abrangência da decisão limita-se a esse Estado.
(TRT4, 16/04/2009)
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| Legitimação ativa (18) |
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O Ministério Público do trabalho tem legitimidade para ações relativas ao meio ambiente do trabalho, mas somente no âmbito da Justiça do Trabalho ( STJ, 17/03/2009)
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O Ministério Público do trabalho tem legitimidade para ações relativas ao meio ambiente do trabalho, mas somente no âmbito da Justiça do Trabalho ( STJ, 17/03/2009) |
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Execução de ação coletiva promovida por Sindicato como substituto processual. Honorários advocatícios.
Não havendo prévio consenso entre Sindicato e trabalhador, é indevida a retenção, promovida de mão própria, de parcela do crédito executado pela entidade como substituta processual do obreiro. Se o Sindicato entende ter qualquer valor a receber, compete-lhe exercer tal pretensão mediante a propositura de ação adequada. ( STJ, 24/11/2009)
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A Associação dos Funcionários Aposentados do Banco Nacional da Habitação - AFA-BNH ostenta legitimidade para ajuizar ação civil pública em face da Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, objetivando o pagamento a cada beneficiário do plano de benefícios, operado pela Caixa Seguradora, da diferença entre o valor dos recursos garantidores da respectiva reserva matemática, posicionada na data da migração para a FUNCEF, e o valor dos ativos aportados a essa entidade previdenciária, para fazer face ao pagamento dos benefícios devidos a partir da referida data, bem como a condenação da demandada à reparação dos danos morais, no valor equivalente a 200 (duzentos) salários mínimos, a título de compensação pelos constrangimentos resultantes das dificuldades financeiras à qual os associados foram submetidos, porquanto evidente a pertinência temática.
O Ministério Público, como custos legis, pode recorrer da decisão da ação civil pública para a qual não ostente legitimatio ad causam para promovê-la ab origine.
(STJ, 27/10/2010)
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A jurisprudência da Seção de Direito Privado pacificou-se no sentido de que falta ao Ministério Público legitimidade para pleitear em juízo o recebimento para particulares contratantes do DPVAT – o chamado seguro obrigatório – de complementação de indenização na hipótese de ocorrência de sinistro, visto que se trata de direitos individuais identificáveis e disponíveis, cuja defesa é própria da advocacia. Incidência da Súmula n. 168 deste Superior Tribunal de Justiça. (STJ, 26/05/2010)
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Compete ao Supremo Tribunal Federal o exame da legitimidade do Ministério Público Federal para a propositada de ação civil pública, declarada com fundamento constitucional, por decisão de que foi interposto recurso extraordinário. (STJ, 08 de junho de 2010)
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Entidades de proteção ao consumidor têm legitimidade ativa para propor ação civil pública contra instituições financeiras para que os poupadores recebam diferenças de remuneração de cadernetas de poupança eventualmente não depositadas nas respectivas contas.
(STJ, 17/06/2010)
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Os direitos que a Ação Civil Pública em apreço pretende tutelar são, inequivocamente, disponíveis e não têm o alcance necessário a justificar a intervenção do Ministério Público. Evidentemente, o direito que se origina de acidente de veículos em uma estrada - que pode ser uma indenização por dano material ou moral decorrente de eventuais danos ao veículo ou à integridade física da pessoa, respectivamente - é regulado por normas jurídicas que tutelam interesses eminentemente privados, dentro das quais as partes podem valorar discricionariamente, através de sua livre vontade, se desejam ou não exercê-lo, sem a interferência de terceiros, haja vista a ausência afetação de interesse público.
(TRF1, 30 de novembro de 2009)
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A Defensoria Pública não tem legitimidade para impugnar edital de processo seletivo que estabeleça restrições comuns a necessitados e não-necessitados. A legitimidade da Defensoria Pública para a propositura de ação civil pública (art. 5º da Lei 7.347/85 com a redação dada pela Lei 11.448/2007) deve ser apreciada à luz da Constituição, ou seja, a Defensoria Pública da União poderá tutelar interesses transindividuais em juízo, que se enquadrem nas situações descritas nos arts. 5º, LXXIV, e 134, da CF.
(TRF1, 11/12/2009)
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Tendo a ação sido proposta no foro da Capital do Estado do Rio Grande do Sul, e não no foro do Distrito Federal, a abrangência da decisão limita-se a esse Estado.
(TRT4, 16/04/2009)
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Legitimidade do Ministério Público para ação civil pública visando à inibição de poluição sonora. Pedido prejudicado, porque atendidas as determinações judiciais e executado o projeto de adequação às exigências legais. Tribunal de Justiça do Pará, 21 de setembro de 2009. |
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Tutela coletiva do patrimônio público, da moralidade administrativa, do meio ambiente e do patrimônio histórico e cultural. Ação popular. Legitimidade Passiva. (TJRS, Apelação Cível nº 70015921612) |
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Prestação de serviço. Falha. Relação de Consumo. Legitimidade Ativa do Ministério Público. Agravo de Instrumento n° 70031113491 - TJRS |
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O Superior Tribunal de Justiça reconhece a legitimidade ad causam do Ministério Público, seja para a tutela de direitos e interesses difusos e coletivos seja para a proteção dos chamados direitos individuais homogêneos, sempre que caracterizado relevante interesse social. (STJ, 23/02/2010) |
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Dano Ambiental. Ação Civil Pública e Inquérito Civil. Natureza Individual Homogênea do direito pleiteado. Sentença Genérica e Execução Individual com cognição exauriente. Agravo de Instrumento n° 70019284116 - TJRS |
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Relação de Consumo (art. 5°, XXXII da CF/88) envolvendo direitos individuais homogêneos. Legitimidade Ativa do Ministério Público para a Ação Coletiva. Apelação Cível 70028186120 - TJRS |
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Corte Especial. SINDICATO. CUMPRIMENTO. SENTENÇA. PROCESSO COLETIVO. Informativo nº 0414 (Período: 2 a 6 de novembro de 2009)
Busca-se definir se, no cumprimento de sentença prolatada em processo coletivo referente a direito individual homogêneo de servidores civis federais, o sindicato atua como substituto processual (independeria de autorização dos filiados) ou como representante processual (necessitaria de mandato específico). Ressalte-se que a questão foi levantada já na sentença da ação de conhecimento, não havendo, pois, qualquer incidente processual a ser resolvido, senão a necessidade de autorização específica para que o sindicato prossiga no cumprimento da sentença. Quanto a isso, é certo que o art. 3º da Lei n. 8.073/1990 autoriza a entidade sindical a atuar sem qualquer restrição na condição de substituto processual da categoria. Uma leitura conjunta desse dispositivo com os arts. 97 e 98 do CDC leva à conclusão de que a execução coletiva pode ser promovida pelos mesmos legitimados a ajuizar a ação de conhecimento, daí não haver óbice a que o sindicato também atue no cumprimento da sentença como substituto processual. Doutro lado, o art. 8º, III, da CF/1988 deve ser interpretado com a máxima amplitude possível, a fim de possibilitar ao sindicato o referido cumprimento, justamente porque aquele dispositivo constitucional não faz ressalva a essa condição e não é dado ao intérprete restringir o que o legislador não restringiu no que tocar às garantias constitucionais. Porém, essa interpretação não afasta a necessidade de que, no cumprimento da sentença, indique-se, individualmente, o credor substituído e o valor devido.
Precedentes citados do STF: RE 213.111-SP, DJ 24/8/2007 Precedentes citados do STJ: REsp 1.082.891-RN, Dje 24/9/2008. EREsp 760.840-RS, Rel. Min. Nancy Andrighi, julgados em 4/11/2009 |
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A atuação do Ministério Público como substituto processual na defesa de direitos decorrentes de relação de consumo, é legítima apenas quando balizada pelo trato impessoal e coletivo dos direitos subjetivos lesados. Não compete ao Parquet a proteção individual, pessoal, particular, de grupo isolado, mas a defesa coletiva dos consumidores, considerada em sua dimensão comunitária e, portanto, impessoal, objetivando o cumprimento da lei em benefício da sociedade como um todo. A pretensão formulada não pode ser considerada hipótese de direitos individuais homogêneos, uma vez que não há interesse coletivo relevante a ser tutelado diante da insurgência de parcela mínima dos adquirentes de unidades do conjunto habitacional. STJ, 3ª Turma, Processo AgRg no REsp 710337 / SP AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL 2004/0176979-7, Relator Ministro SIDNEI BENETI (1137) j. 15/12/2009 |
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| Legitimação passiva (0) |
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| Liminar (4) |
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Medida liminar requerida em ação civil pública, em face do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA, quando ainda tramitava o processo perante a Justiça Estadual. A autarquia federal foi devidamente intimada, antes da concessão da tutela liminar, porém preferiu se manifestar apenas sobre a incompetência absoluta daquele juízo. Não foi intimada para se manifestar previamente à concessão da liminar, após os autos chegarem à Justiça Federal. Pedido de decretação da liminar rejeitado, por aplicação do princípio da eventualidade. (STJ, 22/06/2010)
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Liminar. Conservação das microfilmagens dos extratos das contas poupança. Concessão. TJDF, 3 de março de 2010 |
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Liminar de antecipação de tutela, ao efeito de compelir a agravante a registrar nas faturas telefônicas as chamadas realizadas pelos usuários à Central de Atendimento ao Consumidor - SAC e, na hipótese de solicitação de "providências" pela operadora, seja informado nas contas do telefone o número dos protocolos das reclamações, com envio de mensagem de texto (torpedo) ao consumidor contendo o respectivo número, no prazo máximo de 60 sessenta dias para implementação de tais providências, sob pena de multa diária de R$ 5.000,00. TJRGS, 04 de julho de 2007.
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Pretensão liminar voltada a impor obrigação de não fazer a instituição financeira colocada no pólo passivo; obrigação essa consistente em não incinerar extratos bancários de correntistas que ao tempo de edição do chamado Plano Bresser tivessem aplicações financeiras em caderneta de poupança. Liminar denegada. TJDJF, 05/08/2009 |
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| Liquidação (2) |
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Mesmo sem o trânsito em julgado da sentença proferida na ação coletiva, é possível a liquidação provisória da ação individual, nos termos do art. 475-A do CPC.
(TJRGS, 26 de abril de 2010)
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Considerando o princípio da instrumentalidade das formas e do amplo acesso à Justiça, desponta como um consectário natural dessa eficácia territorial a possibilidade de os agravados, consumidores titulares de direitos individuais homogêneos, beneficiários do título executivo havido na Ação Civil Pública, promoverem a liquidação e a execução individual desse título no foro da comarca de seu domicílio. Não há necessidade, pois, que as execuções individuais sejam propostas no Juízo ao qual distribuída a ação coletiva. STJ, 3ª Turma, Processo AgRg no REsp 755429 / PR AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL 2005/0089854-4 Relator Ministro SIDNEI BENETI (1137) j. 17/12/2009 |
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| Litisconsórcio (3) |
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Em ação civil pública para que órgão público promova a desocupação de bem público irregularmente ocupado por particulares, estes não são litisconsortes necessários, ainda que materialmente afetados pela sentença. Aliás, a sentença na ação civil pública não impede ação individual de cada um dos prejudicados. TJRGS, 28 de maio de 2009
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Responsabilidade solidária do Distrito Federal por omisso quanto à invasão de áreas públicas nas entrequadras comerciais do plano piloto. Ordem de demolição. Cominação de multa diária. (TJDF, 14/10/2009) |
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Litisconsórcio passivo desnecessário. De ações envolvendo direito do consumidor contra empresa de telefonia não emerge nenhum interesse jurídico específico e direto da ANATEL, devendo ser afastada a integração desta autarquia federal no pólo passivo da lide, ainda que seja responsável por regulamentar a forma de atendimento aos usuários dos serviços de telefonia móvel. (TJRGS, 08/07/2009)
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| Litispendência (5) |
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Tratando-se de ações coletivas, para efeito de aferição de litispendência, a identidade de partes deverá ser apreciada sob a ótica dos beneficiários dos efeitos da sentença, e não apenas pelo simples exame das partes que figuram no pólo ativo da demanda. (STJ 20/05/2010)
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Ação coletiva proposta pelo Sindicato da categoria econômica e ação individual, proposta por empresa prejudicada, impugnando ato do Poder Público, no caso, a RDC 54, de 06.08.2008, expedida pela ANVISA, que dispõe sobre as embalagens de produtos fumígenos derivados do tabaco. Liutispendência inexistente.
(TRF2, 23 de setembro de 2009)
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Ação civil pública proposta pelo Ministério Público e ação individual, proposta pelo interessado, visando à anulação de concorrência pública. Ausência de litispendência. Necessidade, porém, de reunião dos processos.
(TJSP, 29/03/2010)
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O artigo 104 do C.D.C. no que concerne à inexistência de litispendência entre a ação coletiva e a ação individual não abrangeu o inciso III, do parágrafo único do art. 81 do C.D.C. (direitos ou interesses individuais homogêneos). Não obstante essa perspectiva normativa, o S.T.J., em diversos precedentes, afirma que não há litispendência entre ação individual e ação coletiva que trate dos direitos ou interesses individuais homogêneos.
(TRF4, 27 de abril de 2010)
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Afastada a preliminar de litispendência entre ação coletiva anteriormente ajuizada por entidade representativa de classe ou sindicato e a presente ação ordinária, porquanto tal fato não tem o condão de afastar a pretensão do direito de ação dos servidores de maneira individual, que possui processamento autônomo e independente.
(TJRGS, 08 de abril de 2010)
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| Mandado de segurança coletivo (13) |
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Embargos à execução individual de sentença proferida em mandado de segurança coletivo. Acolhimento. Se a ação coletiva já se encontrar em avançada fase processual (liquidação), não há razão suficiente para a subsistência de recente demanda individualmente proposta pelo substituído, objetivando, afinal, o mesmo provimento jurisdicional. Desse modo, é de se ter por ausente o interesse processual, havendo de se julgar extinto, sem resolução de mérito, o processo. (TJDF, 05/08/2009) |
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A impetração de mandado de segurança coletivo por entidade sindical, na qualidade de substituta processual, não impede que o substituído/filiado requeira a execução da decisão individualmente, por ser ele próprio o titular do direito vindicado na impetração, impondo-se, todavia, a exclusão de seu nome do âmbito de tutela da ação coletiva. (TJDF, 01/04/2009) |
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Execução individual de mandado de segurança coletivo extinta, por ausência de interesse, já que proposta execução coletiva pelo Sindicato. (TJDF, 12/05/2009)
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De acordo com o inciso LXX do artigo 5º da Constituição Federal, pode a associação legalmente constituída e em funcionamento há pelo menos um ano impetrar mandado de segurança coletivo em defesa dos interesses de seus membros e associados. Não demonstrado, na espécie, qualquer direito subjetivo individual líquido e certo dos associados, ou sequer de parte deles, a permitir a tutela coletiva, acolhe-se a preliminar de ilegitimidade da associação para figurar no pólo ativo do mandamus, cassando-se a liminar noutrora deferida e extinguindo-se o processo, sem resolução do mérito. (TJDF, 07/07/2009) |
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O mandado de segurança coletivo tem características de ação coletiva, a significar que a sentença nele proferida é de caráter genérico, não comportando exame de situações particulares dos substituídos e nem operando, em relação a eles, os efeitos da coisa julgada, salvo em caso de procedência. STJ, 1ª Turma, RECURSO ESPECIAL Nº 707.849 - PR (2004/0172070-8), MINISTRO TEORI ALBINO ZAVASCKI , Relator, j. 06/03/2008 |
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MANDADO DE SEGURANÇA COLETIVO: AO ESTADO-MEMBRO NÃO SE OUTORGOU LEGITIMAÇÃO EXTRAORDINÁRIA PARA A DEFESA, CONTRA ATO DE AUTORIDADE FEDERAL NO EXERCÍCIO DE COMPETÊNCIA PRIVATIVA DA UNIÃO, SEJA PARA A TUTELA DE INTERESSES DIFUSOS DE SUA POPULAÇÃO - QUE E RESTRITO AOS ENUMERADOS NA LEI DA AÇÃO CIVIL PÚBLICA (L. 7.347/85 - , SEJA PARA A IMPETRAÇÃO DE MANDADO DE SEGURANÇA COLETIVO, QUE E OBJETO DA ENUMERAÇÃO TAXATIVA DO ART. 5., LXX DA CONSTITUIÇÃO. STF, Pleno, MS 21.059/RJ, Min. Sepúlveda Pertence, relator, j. 05/09/1990 |
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É da essência estrutural e nuclear do writ que se obtenha de seu deferimento uma ordem, um enunciado mandamental, para que o ato impugnado se faça ou não se faça, não podendo por isso mesmo produzir efeito de conteúdo meramente declaratório, sobre se prevalece ou não determinada lei, sem que desse ato estatal do Juiz não se retire um ordenamento. STF, Pleno, MS 22.451-7, Min. Maurício Correa, relator, j. 5/06/1997 |
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Sindicato de policiais rodoviários não tem legitimidade para impetrar mandado de segurança relativo a direitos difusos, no caso, dos usuários das rodovias federais. STJ, 1ª Seção, MS 11.399, Min. João Otávio de Noronha, relator, j. 13/12/2006 |
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Mandado de segurança coletivo, impetrado por Sindicato, para exoneração, das empresas por ele agregadas, de contribuírem para o PIS. Irrelevância de não se tratar de exigência fiscal restrita à categoria por ele representada. STF, 1ª Turma, RE 175.401, Min. Ilmar Galvão, relator, j. 10/05/1996. Partido político não está autorizado a valer-se do mandado de segurança coletivo para, em substituição aos titulares de direitos individuais, impugnar majoração de tributo. STF, Pleno, RE 196.184-8, Ellen Gracie, relatora, j. 27/10/2004. |
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Sindicato tem legitimidade para impetrar mandado de segurança versando sobre a exigibilidade de contribuição social das empresas por ele representadas. STF, 2ª Turma, RE 157.234/DF, rel. Min. Marco Aurélio, j. 12/06/1995 |
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A ENTIDADE DE CLASSE TEM LEGITIMAÇÃO PARA O MANDADO DE SEGURANÇA AINDA QUANDO A PRETENSÃO VEICULADA INTERESSE APENAS A UMA PARTE DA RESPECTIVA CATEGORIA SÚMULA Nº 630 - STF |
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A IMPETRAÇÃO DE MANDADO DE SEGURANÇA COLETIVO POR ENTIDADE DE CLASSE EM FAVOR
DOS ASSOCIADOS INDEPENDE DA AUTORIZAÇÃO DESTES. SÚMULA Nº 629 -
STF |
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O MANDADO DE SEGURANÇA NÃO SUBSTITUI A AÇÃO POPULAR.
SÚMULA Nº 101 - STF |
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| Nulidade de ato administrativo (1) |
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Licença para construir. Nulidade. A licença para construir somente será válida se atendidas as exigência legais. Revela-se ilegal a construção de edifícios em área tipicamente residencial, em flagrante afronta às características do bairro. TJMG, 31/03/2009 |
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| Nulidade de cláusula contratual (2) |
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Nula qualquer cláusula contratual que imponha reajuste das mensalidades dos planos em função da mudança de faixa etária de seus contratantes, independentemente da época em que o contrato fora realizado. TJMG, 10/09/2008 |
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Nulidade da disposição estatutária que disciplina a fidelidade societária. Segundo a mencionada cláusula, os médicos integrantes da unidade UNIMED VALE DO CARANGOLA não podem prestar serviços ou se vincular a outras empresas que explorem a mesma atividade da Cooperativa recorrida. Sem dúvida, referida imposição deve ser entendida como potestativa e danosa à coletividade, pois, cria obstáculos à livre concorrência e iniciativa, o que infringe o princípio consagrado pela Constituição Federal e as normas contidas na Lei nº 8.884/94, também conhecida como Lei Antitruste, que em seu artigo 20, regulamenta o artigo 173, § 4º, da Carta Magna. TJMG, 24/09/2008, por maioria. |
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| Patrimônio Público (1) |
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Tutela coletiva do patrimônio público, da moralidade administrativa, do meio ambiente e do patrimônio histórico e cultural. Ação popular. Legitimidade Passiva. (TJRS, Apelação Cível nº 70015921612) |
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| Pedido e causa de pedir (5) |
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Ação Civil Pública visando ao funcionamento, no prazo máximo de 6 meses, de Delegacia Especializada da Criança e do Adolescente. TJRGS, 18 de junho de 2009 |
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Ação civil pública para que o Estado receba matrículas na pré-escola, nível A, na pré-escola nível B e no ensino fundamental das crianças que completarem 4, 5 e 6, respectivamente, durante o ano de 2009, independentemente do mês de nascimento. TJRGS, 27 de maio de 2009 |
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Ação civil pública para limitar a criação de animais domésticos em prédio residencial. TJRGS, 28 de maio de 2009 |
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Pedido de desocupação de área verde. Legitimidade passiva do Município, condenado a promover a desocupação da área e a recompor o ambiente natural. (TJRGS, 04/06/09) |
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...na interpretação do art. 3º da Lei 7.347/85 ("A ação civil poderá ter por objeto a condenação em dinheiro ou o cumprimento de obrigação de fazer ou não fazer"), a conjunção "ou" deve ser considerada com o sentido de adição (permitindo, com a cumulação dos pedidos, a tutela integral do meio ambiente) e não o de alternativa excludente (o que tornaria a ação civil pública instrumento inadequado a seus fins). É conclusão imposta, outrossim, por interpretação sistemática do art. 21 da mesma lei, combinado com o art. 83 do Código de Defesa do Consumidor. STJ, 1ª Turma, Recurso Especial n. 605.323, Ministro Teori Albino Zavascki, relator para o acórdão, j. 18/08/2005 |
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| Petição inicial (0) |
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| Prescrição (4) |
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Frente à lacuna existente, tanto na Lei 7.347/85, quanto no CDC, no que concerne ao prazo prescricional aplicável em hipóteses em que se discute a abusividade de cláusula contratual, e, considerando-se a subsidiariedade do CC às relações de consumo, deve-se aplicar, na espécie, o prazo prescricional de 10 (dez) anos disposto no art. 205 do CC. (STJ,19/08/2010)
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A prescrição da pretensão ao recebimento de diferenças de correção monetária por ocasião da rescisão de planos de previdência complementar é quinquenal, nos termos da Súmula 291⁄STJ e deve ser verificada caso a caso, nas execuções individuais. (STJ, 23/03/2010)
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Legitmidade do Sindicato para a execução coletiva, como substituto processual, independentemente de autorização expressa dos substituídos.
É de cinco anos o prazo de prescrição da execuçào, contado do trânsito em julgado da respetiva decisão.
Interrompido o prazo prescricional, recomeça pela metade.
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Tratando-se de decisão de natureza mandamental e, portanto, autoexecutável, não se pode admitir a ocorrência de prescrição para a propositura de execução, sob pena de a Administração se beneficiar da omissão em cumprir a ordem concedida em mandado de segurança. (TJDF, 01/04/2009) |
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| Pressupostos processuais e condições da ação (2) |
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Ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal, contra a edificação de uma casa às margens da Lagoa da Conceição, na Ilha de Santa Catarina, extinta sem exame do mérito. Tendo a obra já tinha sido embargada pela Polícia de Proteção Ambiental, que agiu em nome do Ibama, cabe a esse órgão tomar as medidas necessárias, o que inclui julgar a defesa, aplicar a pena se for o caso e executá-la, independente de ordem judicial. Órgão ambiental não precisa de autorização para demolir obra. (Decisão de 1º grau). Processo nº 2005.72.00.010076-0 - Justiça Federal - 08 de Agosto de 2008 |
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Falta do edital para ciência dos interessados. Nulidade. Proposta a ação coletiva, não houve a obrigatória publicação do edital prevista no artigo 94 da lei 8.078/90, destinado à ciência dos interessados para que possam interferir no processo como litisconsortes. Desatendida a formalidade essencial, a mácula contamina todo o processado. TJRGS, 14ª Câmara Cível, Apelação Cível n,. 195025473, Des. Dorval Bráulio Marques, relator, j. 21 de dezembro de 2006 |
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| Princípios da tutela coletiva (0) |
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| Procedimento (0) |
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| Programa extrajudicial de prevenção ou reparação de danos (0) |
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| Propaganda enganosa (2) |
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PROPAGANDA ENGANOSA -VIAGENS PARA QUALQUER LUGAR DO PAÍS - DANO MORAL COLETIVO. Propaganda enganosa, consistente na falsa promessa a consumidores, de que teriam direito de se hospedar em rede de hotéis durante vários dias por ano, sem nada pagar, mediante a única aquisição de título da empresa, Condenação, em caráter pedagógico, a indenização pelo dano moral coletivo, valor a ser recolhido ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos, nos termos do art. 13 da Lei nº 7.347/85. TJMG, 23/06/2006 |
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A inicial da ação coletiva de consumo refere que nos autos do inquérito civil nº 80/2008, o serviço Banda Larga 3G da Operadora Claro é ofertado como "serviço de acesso à Internet móvel em alta velocidade" e com "volume de tráfego ilimitado", não havendo nenhuma restrição na publicação veiculada acerca da possibilidade de redução da velocidade contratada ou redução da franquia de tráfego (download ou upload), mas sim previsão de utilização ilimitada. Traz a inicial da ação inúmeros relatos de consumidores, prestados no inquérito civil, afirmando a propaganda enganosa, em que contratado velocidade de banda larga de 1Mbps (1 mega) mas a conexão oferecida é muito inferior e, muitas vezes sequer conseguem a conexão, o que violaria o art. 37, do CDC que veda a propaganda enganosa. (TJRGS, 16/09/2009) |
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| Recursos (1) |
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A Associação dos Funcionários Aposentados do Banco Nacional da Habitação - AFA-BNH ostenta legitimidade para ajuizar ação civil pública em face da Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, objetivando o pagamento a cada beneficiário do plano de benefícios, operado pela Caixa Seguradora, da diferença entre o valor dos recursos garantidores da respectiva reserva matemática, posicionada na data da migração para a FUNCEF, e o valor dos ativos aportados a essa entidade previdenciária, para fazer face ao pagamento dos benefícios devidos a partir da referida data, bem como a condenação da demandada à reparação dos danos morais, no valor equivalente a 200 (duzentos) salários mínimos, a título de compensação pelos constrangimentos resultantes das dificuldades financeiras à qual os associados foram submetidos, porquanto evidente a pertinência temática.
O Ministério Público, como custos legis, pode recorrer da decisão da ação civil pública para a qual não ostente legitimatio ad causam para promovê-la ab origine.
(STJ, 27/10/2010)
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| Recursos lato sensu (0) |
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| Responsabilidade (1) |
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A responsabilidade pelo dano ambiental é objetiva, ante a ratio essendi da Lei 6.938⁄81, que em seu art. 14, § 1º, determina que o poluidor seja obrigado a indenizar ou reparar os danos ao meio-ambiente e, quanto ao terceiro, preceitua que a obrigação persiste, mesmo sem culpa.
(STJ, 15/06/2010)
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| Sentença (3) |
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LIMITAÇÃO TERRITORIAL DA EFICÁCIA ERGA OMNES DA SENTENÇA DE PROCEDÊNCIA DA AÇÃO COLETIVA. ABRANGÊNCIA DA DECISÃO AO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Os limites fixados na sentença recorrida – no sentido de que a decisão deverá atingir todas as pessoas que no Estado do Rio Grande do Sul mantiveram com o banco réu a relação de consumo litigada – atendem a condição da parte autora como substituta processual e sua competência delineada pelo pacto federativo.
TJRGS, 30 de setembro de 2009
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Limitação territorial dos efeitos da sentença e da coisa julgada. Inaplicabilidade quanto a direitos difusos e coletivos.
TJDF, 27/05/2009
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O alcance das decisões encontra baliza nos limites da competência territorial do órgão prolator, no caso, o Estado do Rio Grande do Sul, nunca se vinculando aos limites territoriais da parte que propõe a demanda coletiva. (TJRGS, 10/06/2009) |
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| Sentença estrangeira (0) |
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| Suspensão das ações individuais (1) |
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Ação coletiva. Determinação de suspensão das ações individuais. Legalidade. (STJ, 28/10/2009, com voto vencido).
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| Termo de ajustamento de conduta. (1) |
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Embargos à execução de termo de ajustamento de conduta. Havendo o embargante se obrigado a plantar mudas de árvore, não vinga a alegação de não mais ter onde plantá-las, mesmo porque o plantio pode ocorrer em outro local, indicado, por exemplo, pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente.
(TJRGS, 28/10/2009) |
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| Técnicas de tutela (0) |
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| Transação judicial (0) |
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| Tutela de direitos coletivos (direitos difusos e coletivos stricto sensu) e ação civil pública (2) |
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CORTE IRREGULAR DE ÁRVORES NATIVAS. QUEIMADA EM CAMPO NATIVO. A ação civil pública tem por escopo, entre outros, responsabilizar os causadores de danos ao meio ambiente (art. 1º, I, da Lei n° 7.347/85) e recuperar o ambiente degradado, com o que se preocupou expressamente a Constituição de 1988 (art. 225). Não se discute que a responsabilidade do requerido neste tipo de ação é objetiva. A Brigada Militar, no exercício de polícia ostensiva de proteção ambiental, é competente para lavratura de auto de constatação de infração ambiental, conforme inc. II do art. 27 da Lei n° 10.330/94.
(TJRGS, 29 de abril de 2009)
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EXECUÇÃO CONTRA A FAZENDA PÚBLICA. SENTENÇA ORIUNDA DE AÇÃO COLETIVA. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS.
RE 435757 AgR / RS - STF
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| Tutela de direitos individuais homogêneos e ação coletiva (2) |
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Prestação de serviço. Falha. Relação de Consumo. Legitimidade Ativa do Ministério Público. Agravo de Instrumento n° 70031113491 - TJRS |
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Relação de Consumo (art. 5°, XXXII da CF/88) envolvendo direitos individuais homogêneos. Legitimidade Ativa do Ministério Público para a Ação Coletiva. Apelação Cível 70028186120 - TJRS |
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